Mostrando postagens com marcador tempo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tempo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Anti-tempo



“Oh tempora, oh mores”, como já disse um sábio/filósofo das antigas e em latim.
Que tempos são esses, que costumes são esses?

Como conviver com um tempo anti-tempo de assassinos abundantes, impunes e imune às leis?
Como conviver com um tempo tão anti-tempo onde massas de zumbis drogados se amontoam em portais de templos religiosos e prédios públicos?

Como conviver e sobreviver em  um tempo e com um tempo de tantos genocidas, parricidas, matricidas, uxoricidas e infanticidas?

Como conviver com a náusea de um tempo onde a prática da pedofilia vem de onde menos se espera?

Como conviver cara a cara com um tempo de abortados, abortandos e aborteiros?

Como conviver com um tempo em que a justiça humana é obscura, cega, surda e muda, a justiça divina também tarda e os burros andam de farda ou jaleco e alguns de toga?

Como conviver com e em um tempo tão anti-tempo transformado em guerra diária e perene de sobrevivência em um reino de Thanatos?

Reinventando-se, reinventando a sociedade? Acordando da apatia geral? Convocando-nos em rede social? Está o ser humano em processo involutivo? O mais apto em um conceito darwiniano atualizado é aquele que consegue portar armas e se impor violentando a sociedade ou quem consegue barbarizar impunemente e protegido por leis caducas?!

Não precisa explicar nem responder;  só queria entender  e  poder exortar a quem de direito  um retorno ou o avanço a algum tempo onde o homem deixa de ser o lobo do homem, as crianças poderiam brincar tranquilas em escolas e praças e as famílias pudessem ainda colocar o papo em dia com os vizinhos ou as cadeiras nas calçadas de quem mora em casas.
Onde a paranoia social fosse apanágio apenas de psicopatas.

"Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração,
tempo em que não se diz mais: meu amor
porque o amor resultou inútil."
(C.Drummond de Andrade)



terça-feira, 25 de setembro de 2012

Correntezas

















A vida rola sobre eixos
de seixos soltos
e incertos
em leitos
de rio-tempo.

Molhada de vento
e dengo de musgos
e música
Um tango ao som
das correntezas.

Um toc-tac-toc
de incertezas
Um foron-fonfon
de belezas
à la Piazzola.

E os seixos a rolar
sob os eixos das vidas
rios lentos e curtos
no leito do tempo
r(e)al.

winston

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Tempo e vida

O tempo correndo liso e branco,
os dias correndo quentes e pegajosos.
Às vêzes me palpo prá ver se estou vivo
às vezes me vivo prá ver se me palpo.
Só o ventilador dá o ritmo e o som
no tom marrom das coisas de bom tom.
Vida, vida, bela vida
se eu te chamasse querida 
já seria uma rima e não Bandeira
de uma solução.
(quadro de Dali: "Metamorfose")

Luar sobre Fortaleza

Luar sobre Fortaleza
Praia de Iracema

Lady Godiva

Lady Godiva

Info-Arte

Info-Arte
Verso e reverso

Fotopoema

Fotopoema
Nascimento

Fotopoema2

Fotopoema2
Picasso - Guernica

O Sudoku de Ant.Gaudi no portal da Sagrada Família em Barcelona

O Sudoku de Ant.Gaudi no portal da Sagrada Família em Barcelona
Qualquer soma nas colunas, nas linhas ou em X dá 33: a idade de Cristo na cruz!

Pensamento1

Pensamento1
Fanatismo

Dies irae dies ille

Dies irae dies ille

These foolish things

These foolish things

Tem dias...

Tem dias...
Tem dias!

Wicked game (Kris Izaac)

Wicked game (Kris Izaac)

Babalu

Babalu
Fotopoema

Festival de Natal - Lago Negro - Gramado-RS

Festival de Natal - Lago Negro - Gramado-RS
Nativitaten - um espetáculo que se renova e merece ser visto e revisto!