Café: local público onde se faz e se vende café e/ou lanches.quarta-feira, 25 de março de 2009
English Micos - palavras pegadinhas em inglês
Café: local público onde se faz e se vende café e/ou lanches.sábado, 21 de março de 2009
Taí um Oscar bem merecido
"Quem quer ser um milionário", de Danny Boyle, mereceu realmente os 8 Oscars, os 4 Globos de ouro, os 7 prêmios do BAFTA e 1 prêmio do festival de Toronto. Tem tudo o que se deseja a ir a um cinema: bom script, muita ação, suspense, aspectos socio-culturais locais com valores universais, personagens psicologicamente fortes, bons atores (mirins e adultos) e como pano de fundo, um belo romance à moda antiga, quase impossível tendo como estorvo uma situação atual em bom estilo "naif". terça-feira, 3 de março de 2009
O outro cão d´agua de Obama

A secretária de Estado americana Hillary Clinton, em sua primeira visita ao Oriente Médio desde que assumiu o cargo, falou novamente sobre o "apoio inabalável" dos Estados Unidos a Israel, depois de uma reunião com o presidente israelense Shimon Peres.
"Quero enfatizar a contínua força da relação Estados Unidos - Israel (...), e nosso compromisso inflexível com a segurança de Israel", disse.
Ou seja, USA usa suas secretárias de estado como cães de guarda fiéis na defesa de Israel, sua ponta-de-lança imperial no meio do Oriente médio.
Será mesmo um outro cão dágua ou uma nova pitbush albina?
domingo, 1 de março de 2009
Conselhos de viagem
Se vai fazer uma grande viagem de avião veja alguns conselhos úteis de jornalistas do jornal Los Angeles Times e outros que eu mesmo acrescentei:quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Uma coisa puxou a outra?
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Viagem zen
Cruzar os mares,quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Doença do sono também é uma DST!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
O conceito de caridade em Eça de Queiros

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
A voz da elite não é a voz do povo

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Fradique Mendes, um internauta em 1900
Se Fradique Mendes, o personagem de Eça de Queirós em “Correspondência de Fradique Mendes, (Porto, 1900), vivesse nos tempos modernos seria um internauta viciado em sites e Blogs!
Leia-se o parágrafo abaixo, exarado por Fradique (ibidem):
“...só me resta ser um homem que passa através de idéias e fatos, infinitamente curioso e atento! A egoísta ocupação do meu espírito hoje consiste em se acercar de uma idéia ou um fato, deslizar suavemente para dentro, percorrê-los mudamente, explorar-lhes o inédito, gozar as surpresas e emoções intelectuais que possam dar, recolher com cuidado algum ensino ou parcela de verdade e sair, passar a outro fato ou outra idéia com vagar e com paz, como se percorresse uma a uma as cidades de um pais de arte e luxo, como turista da inteligência”! (Eça de Queirós)
domingo, 8 de fevereiro de 2009
O DISCRETO CHARME DA BURGUESIA

Revendo-se o discreto charme de um filme típico de Luis Bunuel, realizado em 1972 percebe-se que o filme continua uma parábola onírica atual, enigmática e ao mesmo tempo contundente sobre o clero e a burguesia.
Um clássico mundial do cineasta espanhol onde o inusitado e o insólito marcam cenas aparentemente surrealistas mas de uma clara lição a quem souber lê-las, como um analista em uma sessão psicoterápica, embora impregnadas de aspectos e pensamentos da esquerda da década de 70, pós barricadas parisienses de 1968.
25 cenas se dispõem como um"puzzle", um brinquedo de montar em 25 sessões de catarse. Seis personagens principais representados por atores desconhecidos, no melhor estilo Pasolini parecem dispensar o próprio Buñuel na direção.
Não é um filme para ser visto. É um filme para ser revisto no bom figurino "Cult".
Há tantas leituras possíveis quantas prováveis! O filme começa realmente na cena 2 e Buñuel dá seu recado mais importante entre a 2ª. e a 13ª cenas.
CENA 2: Restaurante.
O dono morreu, mas o restaurante abre como se nada tivesse acontecido! Show must go on.
Ao autor e atores não interessam pessoas ou verdades pessoais, interessa a arte em si, esta não deve faltar. O autor se despoja ao entrar para o altar da arte. O show deve continuar.
CENA 3: O burguês,
representante da elite do terceiro mundo, atira no cão de brinquedo alegando que a dona é terrorista. O velho chavão das ditaduras paranóicas da América latina.
CENA 4 : A droga,
trazida de contrabando pelo embaixador dos Estados Unidos. As elites também praticam seus pequenos (?) crimes. A elite corrupta sempre tira partido de sua posição política/social mas age discretamente, "comme il faut".
CENA 5: A casa.
Chegam as visitas, amigos, para um jantar que não se realizará.
Os anfitriões fazem sexo escondidos no jardim. (As amizades são superficiais e de conveniência.) São menos importantes que um ato sexual. Os visitantes aguardam e bebem enquanto discutem a forma certa dos copos de cristal para determinadas bebidas como se esse "savoir-faire" fosse a coisa mais importante do mundo.
CENA 6 : Os anfitriões.
Escondidos num mal cuidado jardim, fazem sexo, alheios ao que se passa em sua casa. (Buñuel tenta mostrar que para um bom burguês, casa não tem o mesmo sentido de lar. Para a burguesia, lar-doce-lar é uma frase inventada pela classe média. Casa é apenas o espaço que hora se ocupa.
CENA 7: A frase clichê:
“Nenhum sistema pode dar educação ao povo". (Mas educação, para o interlocutor, é apenas uma questão de etiqueta: saber como beber preparar e beber um Dry Martini. Para corroborar a tese, testam o motorista). Cansados de esperar os donos da casa, decidem ir embora, menos pelo casal, mais pelo tédio.
CENA 8 : A Igreja,
na pele do bispo da Diocese, chega a pé humildemente à casa para servir à burguesia como um simples lacaio (jardineiro). A burguesia o expulsa. Ele não aparenta nenhuma autoridade com suas roupas de pároco de aldeia. (O hábito faz o monge). Mas o bispo se veste de bispo e alega que a Igreja mudou e agora é bem aceito para servir à burguesia como um mero jardineiro, afirmando que aprendeu jardinagem por tradição - manutenção do "status quo" - tradição é a palavra chave para a burguesia. (Aqui uma linguagem explícita, quase brega do chavão socialista: a Igreja lacaia do capitalismo).
CENA 10: Uma orquestra de velhos
toca em uma casa de chá, (mito de eunucos em harém). As mulheres se reúnem para o ócio típico das dondocas: a vida alheia e o papo furado.
CENA 11: O onirismo à La Dali:
Um militar se aproxima e conta sua história onírica: um pesadelo em que sempre vê a mãe morta relatando ao filho sua (dela) traição. O militar é o superego feminino a amedrontá -las com o mito da maternidade maculada.
CENA 13: A traição.
Uma das mulheres tem um encontro amoroso no quarto do embaixador. Chega o marido para dar uma notícia ao embaixador. A mulher pergunta:
- Quem está ai?
- É seu marido, responde o embaixador.
(A infidelidade é normal) (?).
Mas o que é que essa italiana tem?

A maioria aposta que é o sorriso. Mas quem a viu de perto aposta no olhar.
Se você está do lado direito da sala ela te olha direto nos olhos, se você muda para o lado esquerdo ela te acompanha com o olhar e continua sorrindo a te fitar.
Como arte, ela não está só no grande salão apinhado de gente. À sua frente e à esquerda de quem entra, está o maior quadro do Louvre, “As Bodas de Canaã”, ocupando todo o retângulo da parede do salão da Mona Lisa, mas quase ninguém o vê, só teem olhos para a italiana de Da Vinci, e ela fita a todos, onde estiverem, com seu olhar transcendental, tipo portal de 4ª. dimensão, igual àqueles quadros bregas do Sagrado Coração de Jesus, feitos com vidros segmentados para parecerem 3-D, entronizados em algumas salas de casas do interior do Nordeste.
Alguns visitantes como eu se invocam e ficam andando de um lado para o outro, como a querer comprovar o fenômeno. Os que percebem apenas o sorriso ficam a bater contínuas fotos, mas, mesmo com a miríade de flashes a ricochetar no vidro à prova de balas, ela continua com um sorriso inflexível mas um olhar móvel e enigmático.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Parêntese para Cortázar
Ecumênicos sine die
Les bourgeois c'est comme les cochons,
Plus que ça grandit, plus que ça devient can.
(Canção francesa)
Nunca vou entender por que insultam os burgueses. Se você reparar bem, eles são os autênticos cidadãos do mundo. Como, não? Um burguês venezuelano, um espanhol, um francês e um da Arábia Saudita são muito mais unidos que um comunista chinês, um peruano e um russo. Estes podem ser comunistas até dizer chega, mas um nacionalismo acérrimo os separa para sempre. Em compensação os burgueses têm uma única pátria que é a burguesia, e dentro dela a distribuição do mobiliário é idêntica: aqui a grana, aqui a religião, lá a moral sexual, mais para lá a camisa listrada. Só falta falarem em latim para manter viva aquela universalidade tão sonhada que ao que parece existia na Idade Média, mas agora com as máquinas de traduzir, Mac Luhan e o inglês em vinte lições, logo, logo não vai haver problema.
(Julio Cortázar – “Último Round” – Tomo II)
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
O Rei, Handel e você
Ouça a "Suite Aquática" de Handel, de preferência deitado (no sofá, no chão ou numa rede) e sinta-se o próprio Rei George I da Inglaterra no dia da coroação, quando os músicos, no barco real, desciam e subiam o Tâmisa ouvindo a "Water Music" feita por Handel de encomenda para aquele dia.segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Tempo e vida

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Barcelona, a princesa catalã

Além de berço e abrigo de artes e artistas de vulto, Picasso, Dalí, Joan Miró, Ferrer, de abrigar Guëll e seu parque, Gaudi e sua Sagrada Família, Barcelona foi e será a pátria rebelde do diferente. Não do esquisito, do esotérico ou do exótico, do simplesmente diferente. Seu dialeto, suas ruelas, suas ramblas e a herança visigoda ainda viva.Barcelona, onde a cidade e o cais se misturam, onde iates e veleiros são vias, onde a cidade é o cais, o cais é a cidade e suas ramblas são cais onde aporta o mundo, abrigam o mundo e suas naves, convés de barcos e gaivotas para calçadas de onde escorrem as pessoas, visitantes e nativos, num jorro de ir e vir, para Colón, Barceloneta, Praça de Catalunya e Montjuic, onde um teleférico sobrevoa Miró, o cemitério judeu e o azul do Mediterrâneo transformado pela noite em escrínio marinho para as jóias da princesa, brilhando forte sob o holofote de mil bares, restaurantes e naves da orla onde gaivotas peroladas lutam com carpas prateadas por banquetes noturnos.
Barcelona à noite multiplica-se em jovens insones, planetários, da China e da Cochinchina, Europa, França e Bahia, Arábias e Bavárias, como um jorro de algum casal primevo, uma Eva multi-multípara, lançando-os em parição miriadítica, a calles e baladas onde pulsa com as luzes um som techno até madrugada, quando a horda adolescente se mistura à procissão adulta, caras e bocas, eles e elas, eles e eles, elas e elas, diferentes, belos e indiferentes.
De qualquer lugar, de qualquer ponto, de qualquer porto e qualquer posto, de convéses ou de ramblas, de ruelas ou de cais, é o mesmo posto de observação de onde em qualquer estação se verá escorrer o magma da humanidade, o que vive, o que trabalha, o que vende e o que compra, o que faz arte ou o que passeia, do cais para Colón, da Plaza para El Corte Inglés, da Fundación Picasso à Fundación Miró, do Parque Guell a Montjuic, das Tapiés à Diagonal, do museu marítimo ao Parque das Aigues, da Catedral ao Parque Güell, da Casa Milá à Sagrada Família, dos jardins de Pedralbes ao grande Aquarium . Centenas de bicicletas disputam espaço com Mercedes e Smarts, com Polos e Ferraris, parando apenas para admirar uma roncante Harley-Davidson 1960, montada por um nórdico que oferece flores a uma americana (ou seria o contrário?).
Barcelona onde a noite e o dia são um só. Onde os irrequietos lêmures de Madagascar convivem com o calmo róseo dos flamingos no Zoo onde um pavão acompanha todos os passos de quem se mostrar amigo, levando-lhe em saltadilhas à estátua do cão sem dono onde se lê uma homenagem do poeta Euras aos viralatas do mundo.
Barcelona, onde se detém a multidão diversa dos privilegiados, a flor d´Europa e os turistas acidentais, mixando dialetos ao seu dialeto bárbaro, onde as luzes, o azul tênue do ar e a variedade colorida de roupas e flores são o epílogo luxuoso de um tempo que não passa e não apodrece, que viça à brisa do Mediterrâneo, sempre noviça, esperando os que não a conhecem e o retorno dos que um dia amaram uma cidade-princesa catalã.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Gestores de referência são rigorosos

Um erro comum é avaliar que reprimir as ocupações ilegais dos espaços públicos gera desgaste para os gestores. Pelo contrário. Os gestores que agiram com rigor nessa área costumam ser os mais reconhecidos pelos eleitores. São os que se transformam em administradores de referência. São os mais respeitados. Uma cidade bem organizada que consegue manter livres e bem cuidados os espaços públicos acaba tornando o seu dirigente um campeão de votos. Comerciantes ilegais, invasores de terrenos, donos de transportes piratas e poluidores não elegem ninguém. É assim em todas as cidades importantes do mundo. Um prefeito que cuida bem dos espaços públicos, mantendo-os limpos, bem iluminados, arborizados e livres da privatização nos dá a certeza de que mantêm com a mesma competência os serviços públicos de educação, saúde e transportes. De volta à “questão social”: ledo engano crer que o comerciante deixará de vender seus produtos. A demanda por eles permanece e a inteligência natural do capitalismo fará com que sejam escoados sem a privatização do bem público.
Fábio Campos –Jornal O Povo , 21/01/09.
GESTORES DE REFERÊNCIA SÃO RIGOROSOS
Um erro comum é avaliar que reprimir as ocupações ilegais dos espaços públicos gera desgaste para os gestores. Pelo contrário. Os gestores que agiram com rigor nessa área costumam ser os mais reconhecidos pelos eleitores. São os que se transformam em administradores de referência. São os mais respeitados. Uma cidade bem organizada que consegue manter livres e bem cuidados os espaços públicos acaba tornando o seu dirigente um campeão de votos. Comerciantes ilegais, invasores de terrenos, donos de transportes piratas e poluidores não elegem ninguém. É assim em todas as cidades importantes do mundo. Um prefeito que cuida bem dos espaços públicos, mantendo-os limpos, bem iluminados, arborizados e livres da privatização nos dá a certeza de que mantêm com a mesma competência os serviços públicos de educação, saúde e transportes. De volta à “questão social”: ledo engano crer que o comerciante deixará de vender seus produtos. A demanda por eles permanece e a inteligência natural do capitalismo fará com que sejam escoados sem a privatização do bem público.
Fábio Campos –Jornal O Povo , 21/01/09.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
A simbologia do mito grego de Prometeu

Zeus condena Prometeu a viver acorrentado,com uma águia a lhe roer o fígado todo dia.
Para seu desespero,o órgão torna a se recuperar toda noite, para a tortura do dia seguinte.
Está clara a trinomia histórica, social e econômica das três classes:
O PODER: ZEUS, ilógico e autocrático a legislar e condenar a penas absurdas o cidadão comum.
A ELITE: A ÁGUIA: voa alto, orgulhosa e altaneira, esbelta e elegante e em permanente conchavo com os podres poderes, nutrindo-se do cidadão comum, a se aproveitar dos castigos de Zeus que não lhe atingem, ao contrário, lhe faz de instrumento e beneficiado ao mesmo tempo.
O POVO: PROMETEU: NóS, é claro. Povo, proletários e assalariados, pequenoa burguesia e classe média. Sobretudo a classe média, a do fígado preferido de Zeus e a do fígado mais gostoso para a águia. (O leão também gosta).
Diz a lenda que Zeus só se reconciliou com Prometeu com uma condição: que este lhe revelasse a magia e o segredo de se perpetuar no poder. Ai também o mito do populismo e do iluminismo dos ditadores. (Mas isso já é outra estória)
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
“Quantum of solace” ou “Prêmio de consolação”

Eis um título de filme mais do que adequado aos fãs de 007: “Quantum of solace”, traduzido literalmente: “Prêmio de consolação”. Realmente para quem gosta (gostava) do gênero ou da série, esse Quantum não passa de um medíocre prêmio de consolação! O que deviam mesmo é ter encerrado a carreira de 007 enquanto estava sob a batuta literária de Ian Fleming, isto é, até 1964, data em que o escritor morreu e saiu o último Bond que vale a pena ver de novo: “You only live twice”, com Sean Connery, um ator atlético à época, mas não bombado como o atual Craig, que, na vida real, de acordo com a fisiologia corporal, teria muita força e não a agilidade demonstrada nos dois últimos filmes nas ações acrobáticas executadas pelos dublês (apesar da divulgação dos estúdios da MGM de que Craig intensificou seus treinamentos em Box, corridas e direção perigosa de barcos e carros.
Marc Foster, o diretor dos dois últimos Bonds, parece um sósia desvairado de Quentin Tarantino (“Pulp fiction”) seguindo o script de dois roteiristas que parecem inspirados nas notícias do Jornal Nacional sobre a Rocinha e o Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro.
O charme, o appeal e o brilho de James Bond foram se apagando aos poucos a partir de “Octopussy” de 1966, cintilando ainda com Roger Moore em 1973 com “Live and let die”, piscando em “License to Kill” – Permissão para matar, com Timothy Dalton, 1989 e ainda com leve faísca em “Tomorrow never dies” – O amanhã nunca morre – em 97, com Pierce Brosnam. Ou seja, 007´s bons de se ver, a meu ver, só até ao século passado (estranho dizer isso, não?). Mudou o século e a estética do cinema ou minha estética permaneceu? Que graça tem um maluco correndo, saltando, dirigindo feito um desbragado, atirando a esmo e matando todos os suspeitos que vê pela frente pelo simples prazer de matar, em ações com câmara super rápida, que mal dá para acompanhar, como se você estivesse no olho do furacão? É essa a intenção do diretor?
Casino Royale, com Craig em 2006, foi um fiasco, de público e de crítica. A bilheteria, de acordo com o Box Office Mojo, decresceu de U$ 812 milhões com Goldfinger para aproximadamente U$ 200 com o Casino, entretanto, na frente desse Quantum, Casino Royale é um passeio no parque com as crianças. A estória é fácil de seguir, a ação, fácil de ser acompanhada. Quantum é confuso, ( nem os diálogos você acompanha), a estória é super complicada, (você tem de assistir pelo menos três vezes para entendê-la logicamente) e, resumindo, é apenas bala sobre bala, com um Bond canastrão com gosto de sangue na boca e os punhos sedentos de porrada. Uma constatação: o novo Bond não é mais irresistível e fascinante para a mulherada; no filme elas dão simplesmente porque também estão afim...
Finalmente conseguiram enfear até a bela Olga Kurilenko, vestindo-a com roupas de flagelada e uma maquiagem marrom-cocô deixando a ex-modelo ucraniana irreconhecível!
Enfim, aconselho a você, amigo, economizar esse dinheirinho e seu precioso tempo: não compre nem alugue, é desapontamento puro, “Quantum of solace” não é prêmio de consolação e não vale nem um pirata de R$5,00 reais.
domingo, 4 de janeiro de 2009
En una noche tibia de plenilúnio
Um ceu azul magenta pesado engessa o ar e as asas humanas, impedindo voos mais prolongados.Parêntese para Júlio Cortázar
sábado, 27 de dezembro de 2008
Para que lado deve ir um goleiro?
A CIÊNCIA DA GOLEIROLOGIA
((Apud: “Revista da Semana” – Ed 68, ano 2, Nº50)
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
1001 notas e harmonias
Só mesmo um indivíduo viajado como Nicolai Rimsky Korsakov, oficial de marinha russa, poderia ter captado o karma, o khrisna e a shakra oriental de "Scheherazade", a música das mil e uma noites e harmonias! A mais brilhante, vívida e variada das músicas ditas (mal) clássicas.quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Lembrança (amarga) de Paris e saudade expressa do Brasil...
Entrei num bistrô parisiense na Kleber e, sôfrego por um bom café, pedí um expresso italiano.Program 101 - o primeiro computador pessoal da história
O primeiro PC do mundo não foi inventado por Gates ou por Jobs, nem pors cientististas da IBM.bush (argh!) na anti-história
Para Dan Froomkin, jornalista do Washington Post, o ex - "bush" é tão imaturo que se recusou a assumir a responsabilidade pelos próprios erros. Segundo ele "o presidente americano que levou a economia à maior crise desde a Grande Depressão, que deixou New Orleans se afogar (só porque tinha maioria afrodescendente?!), que apoiou a tortura (no Iraque e nos porões da maior aberração anti-democrática do mundo: Abu Ghraib) e transformou os EUA em uma nação pária, parece acreditar que sua única culpa foi ter estado no lugar errado, na hora errada"... (ou seja, deveria estar no WTC no 11/09)
Luar sobre Fortaleza
Praia de Iracema
Lady Godiva
Info-Arte
Verso e reverso
Fotopoema
Nascimento
Fotopoema2
Picasso - Guernica
O Sudoku de Ant.Gaudi no portal da Sagrada Família em Barcelona
Qualquer soma nas colunas, nas linhas ou em X dá 33: a idade de Cristo na cruz!
Pensamento1
Fanatismo
Dies irae dies ille
These foolish things
Tem dias...
Tem dias!
Wicked game (Kris Izaac)
Babalu
Fotopoema
Festival de Natal - Lago Negro - Gramado-RS
Nativitaten - um espetáculo que se renova e merece ser visto e revisto!
